Renasce o JORNAL OPINIÂO em nova forma de expressão do pensamento. Investigativo e imparcial tem a função de noticiar e esclarecer seus leitores, hoje alçando voo para o mundo. Nascido dentro dos limites da tradicional gráfica de Ramon Nobalbos, um espanhol natural de Madri, que aqui aportou na década de vinte e fincou raízes. Trabalhou em jornal até fundar sua Tipografia Ipiranga em 01 de outubro de 1938. De início, instalou-se na Rua Pernambuco, mas por breve período, mudando-se para a Sete de Setembro, 358 (na esquina com a Mato Grosso). Desde cedo esclareceu os filhos e todos aqueles que com ele trabalharam sobre a importância do papel, alertando sobre a responsabilidade que pesava sobre o uso da matéria prima. O papel é constituído por  fibras de origem vegetal. Obtido partir de uma espécie de pasta que é, secada sob a forma de folhas. Seu uso  é destinado a escrita, desenho, impressão, para embalar. A divulgação da cultura e a reprodução das informações já conhecidas e todas as outras que foram reveladas ao homem só ocorreu com o advento do papel. O homem, habitante do planeta Terra, foi se desenvolvendo e desenhando ou escrevendo as representações gráficas que foram se tornando cada vez mais complexas. Usado para registro dos fatos de sua vida cotidiana, narrando suas histórias e de seus povos, relatando dados valiosos para a evolução da humanidade contam como os egípcios transformaram o papiro em pergaminho ou como os chineses inventaram a forma primitiva do papel como hoje conhecemos. Atribui-se a Cai Luan ou Tsai Luan como se  registrou nos relatos históricos, a primeira técnica de obtenção do  papel por polpação  usando fibras vegetais. O processo utiliza os cavacos de madeira pela ação do hidróxido de sódio (ou outros produtos químicos) que agindo sobre o composto químico lignina libera outra substância, a celulose. No entanto, é um processo químico muito poluente. Etapas sucessivas levam ao branqueamento da polpa de papel (potencialmente poluente por utilizar cloro). Hoje, o  TCF (total chlorine free - peróxidosozônio ) ou outros. Não se pode falar de papel e corte de árvores sem pensarmos na Mata Atlântica (na  época do descobrimento do Brasil  cobria uma área superior a 1,3 milhão km² distribuída ao longo de 17 estados brasileiros, desde o Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, e hoje, reduzida a ínfima extensão de 7% de sua área original. Além das perdas do vegetal, a ampla biodiversidade, com valiosos biomas, mamíferos, aves, anfíbios, répteis e com suas 20.000 espécies de plantas. Porque escrevermos sobre floresta e vegetais em extinção? Não podemos ignorar esse desmatamento ensandecido e dentro do possível, é necessário substituir valores de vida neste século 21. Aboliu-se o fogão a lenha (hoje o fogão a gás, elétrico que, na atual conjuntura, tende a pedir novas tecnologias). Tudo que puder reduzir, reciclar e reutilizar (os 3 R) tem que ser feito. O novo jornal surgido no pequeno espaço, incendiado, massacrado, agora pode ser lido na Internet, via esta que o levará a qualquer ponto do planeta. Alcança a era da tecnologia, elimina o uso do papel, tintas e solventes químicos. Outra grande marca desta nova expressão jornalística é a eliminação do lixo (há dias em  que as calçadas dos bairros têm panfletos jogados sem que muitos deles nem sequer fossem lidos. O “JORNAL OPINIÃO” nasceu para ficar; forjado que foi na determinação de seu editor. Vida longa, JORNAL OPINIÃO