Com a faca e o queijo na mão.

A melhor maneira não é a mão de ferro!

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Não se tolera mais nenhuma forma de agressividade contra quem quer que seja por diferenças políticas, posicionamentos ideológicos, por raça, credo, etnia, entre outros tantos mais.

Estamos próximos a uma virada comportamental, onde a conduta ética, moral, religiosa, filosófica, serão a tônica das condutas a serem seguidas. Nem tão frio quanto a religião, mas também nem tão caloroso, nem tão indiferente a política, mas nem tão radical na forma de agir, nem tão dogmático quanto a ética, moral e filosofia e nem tão ateu e atoa quanto estes assuntos.

Virar a página e seguir em frente, entendendo que o processo de amadurecimento é um período de ganhos, mais do que que de perdas.

Não se perde tempo errando, ganha-se tempo aprendendo a fazer o certo. Quem continuar a errar, causando sofrimento a outrem terá seu castigo ainda que tardio durante essa existência. Aqui cabe dizer que não é nada religioso e sim estudo filosófico.

Portanto, aqueles que a fé são a mascara para a vantagem sobre outros, não precisam correr fazer alarde.

Como exemplo do que escrevo o caso do esfaqueamento do candidato Jair Messias Bolsonaro, por um lunático fervoroso contra tudo e todos que ele ou quem ele gostaria que estivesse na posição deste candidato para fazer por ele algo que o desse vantagens.

Mas, como isso não está sendo possível, então como se fosse mais um radical desses grupos terroristas que esperando sua recompensa de 72 virgens no paraíso se atira no meio da multidão causando uma tensão e um estado de horror pelo ato causado.

Mas, será mesmo que chocou a todos aqueles que participam desta corrida maluca pelo poder?

No meu mundo mais palpável, temos o exemplo do presidente da casa de leis que surpreendeu a todos pela forma inteligente de conduzir a administração da casa depois de tanto tempo a mesma ser conduzida com mão de ferro.

Se era para este vereador cair em armadilhas criadas pelos que ali já passaram pela presidência e assim dizer: "Estão vendo senhores, sem minha presença essa casa não funciona ou anda". E o que vemos é que a cidade, a população e a casa de leis não sentem falta desta mão de ferro.

Nem mesmo da mão de ferro que se diz extensão da mão de Deus.

A população precisa tomar ciência que alguns filhos e irmãos que deveriam nos ser próximos na verdade só querem a nossa atenção a cada quatro anos por interesse próprio e daquelas mãos de ferro que muitas vezes não aparecem, mas levam sempre vantagens e o povo  que se exploda!

A corrida está chegando na sua reta final, é hora de ver quem economizou combustível e pneus para nesse último trecho de corrida conseguir algo por nós população brasileira, paulista e brasileira.