Não será em 2018 que o Brasil terá o hexa.

Agora vamos torcer para quem?

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Tivemos um excelente professor de história, mas pouco conhecíamos deste país que poderá ser o campeão da copa 2018. Então, reestudar é uma forma de educação continuada. Um dos concorrentes, a Croácia, passou por várias situações, desde que surgiu como um ducado até tornar-se um reino que se manteve por dez séculos. O que se conhece sobre esse período é que se manteve obedecendo a reis de vários países incluindo-se entre eles, o da Hungria e da Áustria. Pode-se concluir que não foram poucos os conflitos vividos. Em nossa memória estudantil conhecíamos, através do Mapa Mundi, a Iugoslávia ao qual a Croácia foi incorporada já no século passado (Séc. XX) e só no final deste, em 1991 tornou-se independente. Mas o país tem suas origens já na Pré-História, isto já no período Paleolítico.

O país europeu localiza-se do outro lado do Mar Adriático paralelo à Itália e limita ao norte com a Eslovênia e Hungria, a nordeste com a Sérvia, a leste com a Bósnia e Herzegovina e ao sul com Montenegro. É membro das Nações Unidas, da OTAN, da Organização para Segurança e Cooperação na Europa, do Conselho da Europa e mais recentemente, da União Europeia. A invasão pela Alemanha nazista, em 6 de abril de 1941, tornou a Iugoslávia desmembrada e o regime fascista  fez-se o líder do Estado independente da Croácia. Foram sacrificados centenas de milhares de cidadãos da população  sérvia, judia, ciganos e croatas não-alinhados ao regime.  Em 1992, o país foi reconhecido como independente.

Desde 1999, apesar de enfrentar problemas como sói acontecer em outros países do Leste Europeu, a Croácia vem desenvolvendo um grande crescimento econômico,  modernização da sua infraestrutura e uma grande transformação no sistema jurídico que visa à consolidação da democracia e ao ingresso na União Europeia e na OTAN. Sua maior indústria é a do Turismo.

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Hoje a Croácia tem uma das economias das mais fortes das ex-repúblicas iugoslavas e é a segunda maior de toda a região dos Bálcãs, ultrapassada apenas pela  economia da Grécia.

E seu oponente, neste duelo final, é a França de tradições e encantamento. Isso estudamos bem: a Queda da Bastilha, que foi um evento central da Revolução Francesa e que é muito festejado na França desde o ocorrido em 14 de julho de 1789. A Bastilhafortaleza medieval foi utilizada como prisão, e é tida como um dos símbolos da revolução francesa.  Não houve uma causa única nem é nosso objetivo discutir guerras mas, no século XVIII, durante o reinado de Luís XVI (1754-1793), a crise agrária arruinou a economia francesa. Os camponeses foram fortemente atingidos. O  monarca foi forçado a convocar a Assembleia dos Estados Gerais para aprovar uma legislação que pesaria sobre o Terceiro Estado. Como reação, a burguesia, apoiada  pelos ideais iluministas, pressionou o Rei a admitir a criação de uma Assembleia Nacional Constituinte para concepção de uma constituição francesa.

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Tudo isso levou Paris à beira da revolução pois Luís XVI reunia suas tropas para sufocar o movimento, impedido, porem, por um jornalista, Camille Desmoulins (1760-1794), que alertou a população sobre o ataque eminente. E aí é outra história.

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Arco do Triunfo