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Uma história sem final feliz

 

Thereza Collor visita Catanduva e encanta a todos!

 

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Como se fosse saída de qualquer página de um livro de História do Brasil, a primeira pessoa a combater esquemas de corrupção no Brasil juntamente com seu finado marido Pedro Collor. A empresária e hoje candidata a uma vaga como Deputada Federal, por São Paulo.

Thereza Collor passou por Catanduva dando um pouco da sua efervescência de quem não se cala mediante a nada, que prejudique a coletividade.

Maria Thereza Pereira de Lyra Collor de Mello Halbreich, conhecida como Thereza Collor, nascida em Recife em 28 de Setembro de 1963, é uma políticaempresáriaestilistadesigner e historiadora brasileira, mas reconhecida por ter sido uma voz feminina firme contra a corrupção, em um tempo marcado pela volta da democracia no Brasil. Pedro Collor, então marido de Thereza, denunciou um esquema de corrupção política envolvendo Paulo César Farias, tesoureiro de campanha de Fernando Collor de Mello. Thereza entrou para a galeria dos personagens da política brasileira no processo que culminou com o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello

Thereza Collor hoje vivendo em São Paulo, não deixa esse passado de lado, mesmo podendo ser apenas uma mulher bem sucedida nos negócios e vendo que a história está se repetindo no mundo da política, a musa do impeachiment jamais irá se omitir.

Ao se encontrar com pessoas influentes em Catanduva, e contar um pouco da sua trajetória de vida, Thereza Collor demonstra uma segurança e uma força da verdadeira mulher brasileira, com garra, força, obstinação, fibra, educação, conhecimento e principalmente compaixão.

Thereza Collor conta que, quando do caso da CPI, "Só davam enfoque a minha beleza. Passado algum tempo sentiram que eu tinha uma posição, um ponto de vista".

A candidata ainda declarou que tudo foi muito duro e pesado e ela teve que passar por um processo de carbureto (amadurecimento forçado), num período trágico de sua vida.

"Tinha menos de trinta anos apesar de estar casada há quase doze anos; tinha sonhos e não me imaginava pivô de um momento tão importante da vida política do Brasil, onde enfrentar corruptos, corruptores e  um esquema  que violentava o povo brasileiro parecendo que cresceu e se ramificou". 

Para tudo isso que ela vive, hoje em dia, a candidata Thereza Collor vem se preparando há bastante tempo. Convidada pelo governador Divaldo Suruagy para presidir a Fundação Cultural do Estado de Alagoas, aceitou o desafio para reerguer o Teatro Deodoro. Depois de cumprir um mandato como secretária de Turismo de Alagoas, entre 1995 e 1998, ela recusou o convite do governo do Estado para reassumir a cadeira. Devido aos serviços prestados ao Estado de Alagoas, recebeu o título de cidadã honorária pela Assembleia Legislativa, em 1997, e a Comenda Lar São Domingos em 1998.

Thereza Collor é de família abastada e de boa condição financeira, além disso, tem sa carreira profissonal consolidada pois, ela já foi designer de joias, e mais tarde proprietária da butique de roupas "The". Em 2002, iniciou o trabalho na área de moda, mais especificamente na alta-costura. Apaixonada por antiguidades, costuma fazer viagens a destinos exóticos da África e Ásia. É de lá que hoje em dia ela traz seus objetos de prata (atualmente tem mais de meia tonelada deles), aos quais já declarou ser a nova paixão.

Foi madrinha da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro - Maestro Florentino Dias, em 2000.

Em 2010, lançou o livro "Alagoas, Um Olhar", de 400 páginas, com centenas de fotos sobre o estado, sendo a maioria de própria autoria. Viajou por todo o estado para conhecer o povo e seus costumes, saber de suas riquezas e mazelas, o que fez com que sua voz fosse muito representativa não só para Alagoas, mas para todo o Nordeste. A obra é dividida em categorias como belezas naturais, artesanato e arquitetura e apresenta a pesquisa de seis anos de sua formação em História.

Filha do político e usineiro João Lyra e Solange Pessoa de Queiroz Ramiro Costa, Thereza nasceu em Recife e logo cedo foi morar em Alagoas. Formou-se em História pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e se casou com o empresário Pedro Collor de Mello. Dessa união nasceram dois filhos, Fernando e Victor, e atualmente é casada com Gustavo Halbreich, empresário paulista do ramo da construção civil.  Da mesma forma foi uma das primeiras responsáveis pela divulgação do trabalho das mulheres rendeiras de Renascença em Nova Iorque, levando-as para a Bergdorf Goodman. Apaixonada por antiguidades, costuma fazer viagens a destinos exóticos da África e Ásia. Aos 14 anos fez sua primeira viagem ao Oriente Médio chegando ao Irã, onde aprendeu a celebrar o novo como parte vibrante da multiplicidade cultural, o que sempre tentou trazer para seu trabalho. Como fruto dessa pesquisa e desse estudo, fez uma exposição Joias do Deserto que atraiu mais de 60 mil visitas em São Paulo. Para ela, a família é significado do que agrega. No entanto, não foi isso que vivenciou. De família tradicional nordestina, teve um pai muito rígido e uma mãe muito tradicional. Filha do meio de sete irmãos, de personalidade forte, aos 13 anos foi em busca da avó materna, Helena Pessoa de Queiroz, que não tinha convivência com a família. A avó foi uma mulher muito forte e à frente de seu tempo, e uma grande inspiração para Thereza.

Thereza Collor é constantemente relacionada às causas da ecologia, aos direitos das mulheres e ao combate à corrupção. A primeira delas, por ter dito publicamente ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva que era contra a transposição do Rio São Francisco. O fato aconteceu quando este participava da cerimônia de inauguração do aeroporto de Maceió.

Para Thereza que é candidata nas eleições de 2018, como Deputada Federal que se concretiza depois de tantos convites para que fosse candidata por Alagoas, optou  pelo estado de São Paulo, onde reside há 18 anos. 

 

 

 

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